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Angélico Vieira: Um ano de sofrimento
Armanda, de 18 anos, não se recorda de nada
26/06/2012 08H27
No dia 25 de Junho de 2011, Angélico Vieira conduzia um BMW que se despistou na A1, perto de Estarreja
Foto: Duarte Roriz

Há um ano, Angélico Vieira sofreu um violento acidente de viação que o deixou em coma profundo, levando-o à morte três dias depois. No BMW que o cantor conduzia, seguia também Armanda Monteiro Leite.

Hoje, a ex-manequim não se lembra do que aconteceu na madrugada de 25 de Junho de 2011, mas já consegue comunicar por gestos com os técnicos e médicos que a acompanham.

"Ela não tem memória do acidente, não se lembra de nada. O acidente deixou-lhe marcas profundas e precisa de ajuda para tudo, desde comer a deslocar-se", diz ao CM uma amiga da jovem de 18 anos. "No outro dia, foi-lhe mostrada uma fotografia do namorado [Hélio Filipe, que morreu no acidente] e não reagiu."

Armanda, que sofreu graves lesões cranioencefálicas, está em reabilitação no Hospital Rovisco Pais, na Tocha, Cantanhede. Está internada e diariamente é apoiada por técnicos nos exercícios de fisioterapia, que lhe têm permitido melhoras.

"Em termos motores, ainda está muito condicionada. Não tem autonomia, mas os exercícios têm--lhe permitido alguns movimentos dos braços e das pernas", explica a amiga. O pai tem sido o seu grande apoio. "Ele está a viver na Tocha para estar mais perto."

A administração do hospital confirmou que desde a entrada na unidade a jovem tem melhorado. "Atendendo à gravidade, está a correr acima das expectativas", disse o director, Jorge Laíns.

"ESTOU A SOBREVIVER E NÃO É JUSTO"

"O Sandro é o maior amor da minha vida, o meu grande e único herói, razão da minha inspiração." É assim que Filomena Vieira expressa o amor que sente pelo filho Angélico, que morreu há um ano, vítima de um acidente de viação.

A apresentação do livro ‘Nunca Te Esquecerei', escrito em homenagem ao filho, contou com vários amigos e familiares, e Rita Pereira foi uma das figuras principais. Sempre de mão dada com Filomena, que estava visivelmente emocionada, Rita Pereira transmitiu as palavras que a mãe de Angélico escreveu em memória do filho, mas não conseguiu ler.

"Eu estou a sobreviver e não é justo, nem mereço. Apetece-me fazer tudo com uma enorme rapidez, a fim de num curto espaço de tempo nos podermos encontrar", leu a actriz, com a voz embargada.

Já sobre os seus sentimentos, a ex-namorada de Angélico Vieira foi parca em palavras: "O que escrevi neste livro foi de coração."

Dia 28 faz um ano da morte de Angélico e a TVI está a preparar uma homenagem ao cantor.

ANITA COSTA NÃO ESCONDE A TRISTEZA

Um ano depois da morte do namorado, Anita Costa ainda não refez a sua vida amorosa. A jovem nunca viu o seu romance assumido por Angélico, mas foi a a imagem da desolação.

Actualmente, Anita mantém-se a viver no Porto, depois de dois anos nos EUA. Na altura do acidente, amigos da actriz temiam pela sua vida, dada a debilidade física e psicológica.
Fotogaleria de Angélico (1982-2011)
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